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O que é spam?

Patricia Haddad | Thu, 30 October, 2008 | 09:17 PM

Quando escrevi sobre o evento Sou+Web, que aconteceu no dia 18 de outubro na Facha, disse que ia escrever para o Nino Carvalho para saber a verdadeira história do spam. Bom, eu esqueci de mandar o email, mas o Nino, não! Ele leu o texto e teve a iniciativa de me escrever contando a história, que transcrevo abaixo:

Então, o Monty Phyton (que é uma turma de comédia britânica, talvez parecida com o Casseta e Planeta daqui) tinha um programa de TV que chamava Monty Phyton Flying Circus. Em uma dos quadros, eles ironizavam o SPAM por ser um alimento daquele tipo “ame-o ou deixe-o” – não há meio termo. Em geral, as piadas acontecem por que, dizem, o gosto é absurdamente ruim. O SPAM é um apresuntado em lata, como se fosse um patêzão bem sólido… é realmente estranho e ruim (já provei, claro!).

Bem, neste quadro eles mostravam um casal que está num bar viking (eles são loucos mesmo…). A mulher fica querendo comer qualquer coisa que não tenha SPAM, mas só há pratos com SPAM, sendo que alguns são tipo: ovo, spam, salsicha, spam, spam e spam.

Assim, todo mundo tem que repetir várias vezes a palavra spam (cada vez que discutem sobre o que vão comer ou o que há disponível no tal bar). Por ser tão irritante, alguns usuários começaram a chamar os emails enviados em massa e não-solicitados de SPAM, para demonstrar que isso é chato, ruim (além de custar dinheiro –direta ou indiretamente- para todos nós que usamos ou trabalhamos na internet…).

Veja o vídeo com legendas em português (cortesia do Roitberg!) – http://www.youtube.com/watch?v=3kjdrl6qjwY

Pronto! Agora todo mundo já sabe por quê as mensagens não solicitadas enviadas aos quilos são chamadas de spam. Cortesia do Nino Carvalho!

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Gol contra – golpe final

Patricia Haddad | Tue, 28 October, 2008 | 06:22 PM

Depois do estresse da ida e da volta, já devidamente narrados detalhadamente nos dois posts abaixo, nada mais podia acontecer, certo? Errado!

Às 21h já estávamos sentadas em frente ao portão de emabrque. Papo vai, papo vem, não vimos a hora passar. De repente, passageiros que já formavam fila começam a reclamar com um funcionário Gol. Já eram 21h50, hora marcada para a decolagem, e nem sinal de começo do nosso embarque. O rapaz diz que o atraso já tinha sido informado pelo sistema de som. Os passageiros retrucam que não tinha sido falado nada. O funcionário, que reza pela cartilha padrão Gol de excelência no atendimento, respondeu rispidamente:

- Senhora, eu já falei que foi anunciado no sistema de som. O vôo acabou de pousar agora – falou, apontando para o avião lá na pista. -  Já vão embarcar já. Eu mesmo mandei anunciar o atraso, então já foi anunciado.

Queridos, me respondam: para quê o moço foi inventar isso perto de mim?

- Ah, não!!! Não foi nada avisado não senhor porque eu estou aqui desde as 21h! E tem mais: o vôo não chegou agora coisíssima nenhuma. Esta aeronave está parada aí desde antes de eu chegar aqui!

Estão até agora procurando este funcionário, que se escafedeu de lá. Alguns minutos depois, enfim, embarcamos e decolamos, já com algum atraso.

Enquanto isso, aqui no Santos Dumont, meus pais e a mãe da Cíntia nos aguardavam. Meu pai resolveu ir conferir o painel com os horários de chegada. Já passava de 22h20 e nosso vôo não constava lá. Preocupado, meu pai foi ao balcão da Infraero, onde recebeu a informação do Sr. Braga de que não havia mais vôos para chegar. “Como não? Minha filha me ligou por volta das 21h30 dizendo que estava embarcando!” O funcionário da Infraero ligou para algum lugar e depois disse que o vôo já estava chegando. A desculpa para ele não constar do painel foi que tratava-se de vôo novo que ainda não estava na malha! Ã-hã.

Passados mais alguns minutos, como em um passe de mágica, o vôo apareceu no painel, porém sem a informação do horário de chegada. Mais outros minutos e a bomba: na direção do G31562, a informação CONTATE A CIA AÉREA. Meu pai e as outras pessoas que também aguardavam a chegada deste vôo entraram em desespero. Como não havia ninguém da Gol por ali, foi até o terminal de embarque. Um guarda informou que os funcionários da empresa estavam todos em uma salinha ao lado do check-in. Ao entrar, três funcionários vieram logo em sua direção. Dá para imaginar o que se passou na cabeça dele a esta hora?

Quando perguntou o que tinha acontecido com o nosso vôo, a resposta foi que o mesmo já estava quase pousando. A informação no painel? Ah, normal! É assim mesmo. Quando não tem o horário de chegada, aquela informação entra automaticamente. Simples assim.

O que você, que está lendo este texto, pensaria ao ler CONTATE A CIA AÉREA ao lado do vôo que você aguarda e que já está atrasado? Podem imaginar o que uma pessoa sente nessa hora? Dá para ter idéia do desespero que bate ao ler aquilo? Tem noção da agonia que é? Tem noção da raiva que bate quando os funcionários da empresa – que não custa lembrar era a GOL – dizem com a cara mais lavada do mundo que aquilo é assim mesmo? Pois é. Depois de tudo que já tinha nos acontecido, mal podíamos saber o que estava se passando no aeroporto aqui.

Parabéns à GOL pela eficiência em desrespeitar seus clientes de todas as formas possíveis.

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Gol contra novamente – volta

Patricia Haddad | Tue, 28 October, 2008 | 03:20 PM

Aprendam uma coisa: uma empresa nunca é tão ruim a ponto de não poder piorar. Esta foi a lição que a Gol me ensinou no último sábado. Quando pensei que todo o mal atendimento da manhã tinha sido suficiente, a tal da Linhas Aéreas Inteligentes me mostrou que sempre há espaço para mais: mais desorganização, mais informação errada, mais falta de educação, mais falta de respeito com os passageiros.

Chegamos cedo em Congonhas para voltar para o Rio. Escaldada, resolvi ir à loja da Gol conferir se estava tudo certinho. A funcionária, que depois soube chamar-se Patrícia,conferiu tudo e nos ofereceu a antecipação do nosso vôo para o das 20h10. Eram 19h50. Seguimos direto para o check-in em frente e informei à funcionária de lá que queria antecipar minha viagem, originalmente marcada para 21h50, para o próximo vôo. A moça me disse que não havia o tal vôo de 20h10. “Como não?“, perguntei. “Sua colega ali da loja é que acabou de me oferecer este vôo!”

Primeiro, a mocinha quis saber exatamente quem tinha me oferecido o vôo mais cedo. Depois, cochichou com o colega do lado que a funcionária da loja tinha passado informações erradas novamente. Isso, claro, em tom de deboche da atendente que, não custa lembrar, é colega de trabalho dela. Insisti e ela me disse “Senhora, a malha hoje é reduzida!” Ok, entendi. Durante a semana tem muito mais vôos do que aos sábados e domingos. A questão era que uma funcionária tinha me oferecido um vôo que, suponho eu, tinha aparecido para ela no computador.

A mocinha do check-in começou a dar os primeiros sinais de irritação. Eu também não estava lá muito tranqüila. Afinal, era mais um problema sendo causado pela Gol. Nessas horas, pouco importa o funcionário: é a empresa que fica mal na história. A funcionária insistia em me dizer que a malha era reduzida e chegou a me mostrar uma espécie de planilha. “O próximo vôo é o seu, o que já está marcado.” Ok, a menina da loja tinha errado, então. Ao mesmo tempo, sem que eu percebesse, ela fez nosso atendimento para o vôo que tínhamos reservado, o das 21h50.

Um detalhe: tínhamos visto duas pessoas conhecidas no check-in quando nos dirigíamos para a loja da Gol. Enquanto éramos (mal) atendidas, comentei com a Cíntia: “É, acho que o Beto e o Fábio vão no mesmo vôo que a gente. Pensei que íam mais cedo, mas se não tem vôo, vão com a gente.” Ninguém me retrucou.Saímos do check-in e, claro, voltamos à loja.

- Querida, acho que você se enganou. Não há vôo às 20h10.

- Claro que há, senhora. Eu não iria lhe oferecer um vôo que não existe. Não deve ter dado tempo porque já está em cima da hora.

Cíntia respondeu por mim que não tínhamos pego fila. O sangue me subiu, as bochechas ficaram vermelhas. Respirei fundo e mandei:

- Sua colega me disse que não existe o vôo e que a malha é reduzida. Não me falou nada sobre não dar mais tempo. Disse que não há vôo às 20h10, que o próximo é o que eu já tenho marcado, repetiu que hoje a malha é reduzida e completou que você me deu informação errada. Até comentou isso com o rapaz ao lado.

Lá fomos nós três para o check-in. Foi então que a já nada simpática funcionária de lá ficou ainda mais antipática. Negou que tivesse me dito o que disse. Afirmou que a informação que tinha me passado era de que não dava mais tempo.

- Eu não sou maluca, eu não estava sozinha, eu escutei tudo muito bem. Você afirmou que o vôo não existia. Em nenhum momento você me disse que o atendimento estava encerrado! – esbravejei, empregando o jargão normalmente utilizado nesta situação.

A esta altura, a tal mocinha não olhava mais para mim. Repeti em alto e bom som tudo o que tinha se passado. Os passageiros na fila ouviam de olhos arregalados. Até que a mui educada funcionária me faz uma cara de desdém, vira para a passageira em sua frente e começa a atendê-la, ignorando-me.

- Isso não é jeito de tratar seus clientes! Não é assim que se trata os passageiros! Que absurdo! Como é o seu nome?

- RENATA!, berrou ela quase esfregando o crachá na minha cara. Não, não é um exagero meu. Ela realmente puxou o crachá em direção ao meu rosto.

A raiva que eu senti na hora é impossível de ser transcrita aqui. A aviação brasileira foi mesmo para o brejo, para o fundo do poço, para as cucuias. Conseguiram acabar com tudo. Conseguiram acabar com a Varig e o que sobrou faz um serviço porco. Sei que não posso generalizar, mas esse é um preço que, infelizmente, quem trabalha direito vai pagar. A aviação de modo geral vai muito mal, obrigada, e os bons funcionários somem da vista. Que me perdoem os amigos queridos que tenho que são na aviação. Vocês sabem que isso não é com vocês.

Estão achando que acabou? Tem a parte final.

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Gol contra novamente – ida

Patricia Haddad | Mon, 27 October, 2008 | 08:01 PM

Que a Gol não era lá modelo de companhia eficiente eu já desconfiava. Aliás, tinha certeza. Uma empresa que adquire a marca VARIG e a joga no lixo é, no mínimo, burra. Levou de bandeja uma mina de diamantes. Teve a faca, o queijo e até a goiabada na mão. Jogou tudo fora. Perdeu dinheiro. Deixou escapar “A OPORTUNIDADE” de entrar para a história da aviação brasileira, reerguendo aquela que era o nosso orgulho. Discurso de apaixonada? Pode ser. Mas pelo breve relato que começo neste post e termino em outro vocês vão ver se não tenho razão.

Sexta-feira, 24 de outubro, tarde. Faltava pouco mais de 12 horas para o meu embarque para São Paulo junto com minha amiga Cíntia. Os bilhetes tinham sido emitidos em 5 de setembro para dois vôos Varig usando milhas do Smiles. Mas um telefonema marca o início do calvário. Tanto o vôo da ida como o da volta tinham sido cancelados e nós seríamos passadas para a Gol. Respirei fundo, reclamei um bocado mas, que remédio?, anotei os novos números e um localizador (código de reserva). “O que devo fazer amanhã?“,pergunto ao atendente. “Dirigir-se ao check-in da Gol para pegar o mini-fim (espécie de voucher).”

Sábado, 6 horas da manhã. Chego no Santos Dumont e sigo o recomendado. No check-in da Gol, conto o que tinha acontecido e o funcionário, sem nem prestar atenção ao final da minha fala, me interrompe e diz que tenho que ir para a Varig. “Veja bem, eu ERA Varig, mas fui TRANSFERIDA para a Gol!” Ele procura minha reserva e não acha. Diz que o localizador anotado no bilhete está errado. “Olha só, este código é AMADEUS. O seu sistema NÃO É AMADEUS. Portanto, você nunca vai achar minha reserva por meio do localizador. Tem que puxar pelo número do vôo e pelo nome“, ensino eu ao funcionário da Gol. Adiantou? Não. Ainda ouvi mais uma vez que tinha alguma coisa errada, tentei ensiná-lo mais outra vez e desisti.

Quando ele finalmente atendeu ao meu conselho, soltou a pérola: “Falta pagar R$142.” Pois é, depois de 10 minutos ele ainda não tinha percebido que os bilhetes eram gratuitos, emitidos com milhas. Agora foi ele quem desistiu e me passou para funcionárias Varig, que também levaram uma pequena surra para resolver o problema. Ninguém conseguia entender o que o atendente do Smiles tinha feito na nossa reserva. Mas, é aquela história. O Smiles agora é da Gol. O que eu queria, então? Atendimento de primeira? Varig e Gol agora são uma empresa só. O que eu queria? Que tudo desse certo?

Depois de meia hora, finalmente fomos para a sala de embarque. Mas, São Pedro, que não é bobo nem nada, também quis contribuir para a odisséia e baixou um nevoeiro em cima do Santos Dumont que provocou um atraso de DUAS HORAS no nosso vôo. Em compensação, acabamos embarcando em aeronave Varig, com equipe Varig e serviço de bordo Varig. Seguimos felizes para São Paulo. Mas voltaríamos à noite…

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Gol contra – Abav

Patricia Haddad | Mon, 27 October, 2008 | 06:48 PM

Abav 2008Na última semana aconteceu aqui no Rio o 36º Congresso Brasileiro de Agências de Viagem, também conhecido simplesmente como Abav. Há alguns anos não perco uma edição desta feira, que reúne agências, operadoras, hotéis e representantes dos estados brasileiros e de diversos países. Durante muito tempo fui como funcionária da Varig, mas há 2 anos vou como jornalista. Na quinta-feira passada, lá fui eu para o RioCentro conferir mais esta edição da feira.

Não vi nenhuma grande novidade. Na verdade, achei até um pouco mais fraco do que no ano passado. Não sei se é reflexo da crise ou não, mas o fato é que não achei tão empolgante como a de 2007. Na feira do ano passado vi agências muito mais animadas, com stands mais movimentados. Mas o pior mesmo para mim foi a ausência da Varig. Apesar da marca constar em alguns painéis oficiais do evento, a companhia não estava presente. A única referência era o logotipo do Smiles dentro do stand da Gol.

Como a maioria deve saber, a empresa de cor (não à toa) laranja é a controladora daquela que já foi a Estrela Brasileira. Não faz muito tempo que a compra foi sacramentada e que a Gol afirmou que manteria as duas bandeiras. Na Abav de 2007, vi a nova identidade visual da Varig ser lançada com pompa e circunstância, como pode ser conferido em algumas fotos: foto 1, foto 2 e foto 3. Acreditei – como acredito em Papai Noel – que a Gol saberia o que fazer com a poderosa marca VARIG em mãos. A Gol me enganou com seu tremendo gol contra. Que Papai Noel não me decepcione também.

Para completar o show de bolas fora, o troféu tosqueira do ano vai para o responsável pela concepção da “malinha” dada aos agentes de viagem este ano. Em 2007, assim como nos outros anos, os participantes receberam uma mala semelhante àquelas usadas por comissários, ou seja, com rodinhas e alça acoplada (veja aqui). Lembro que cheguei a reclamar que jornalistas também deveriam ganhar uma, pois a quantidade de material que eu recebi era absurda e foi um sacrifício carregar tudo. Pois este ano a tal da mala era de PAPELÃO! E milhares de rodinhas foram se perdendo pelos imensos corredores do RioCentro. Sinceramente, era melhor não terem dado nada!

O que salvou mesmo foi a palestra com o Bernardinho que, infelizmente, não pude assistir por inteiro. O pouco que ouvi, no entanto, foi suficiente para perceber que deve ter sido ótima e para encher minha cabeça de idéias. Idéias essas que, aparentemente, nada têm a ver com viagens e turismo, mas que podem acabar tendo tudo a ver!

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EMPRESAS e empresas

Patricia Haddad | Sun, 19 October, 2008 | 08:32 PM

As novas tecnologias, as novas ferramentas de comunicação estão aí, ao alcance de todos. Para o bem e para o mal. Hoje em dia, é difícil encontrar alguém que não faça uso de pelo menos umas quatro: messenger, orkut, blog, email. Recentemente, surgiu o Twitter. E outras 1.547 novidades que não caberiam neste post.

O ser humano tem uma tendência natural a propagar suas insatisfações com uma força e velocidade fora do comum. Dificilmente espalhamos comentários elogiosos por aí. Já as queixas contamos para quantos pudermos. As redes sociais e as formas eletrônicas de comunicação são uma mão na roda. Há milhares de comunidades contra empresas no Orkut, há blogs falando mal de produtos, há milhares de comentários negativos sobre serviços espalhados pela nuvem. E aí, como reagir a isso? O que as corporações podem fazer com essa quantidade valiosa de informação? Muita coisa. Mas vou apenas citar um caso que aconteceu comigo há pouco tempo.

Na semana passada, recebi um email da operadora de tv por assinatura Net em um endereço que nunca divulguei. Na mensagem, Flávio Rodrigues, funcionário da central de relacionamentos com clientes, se colocava à minha disposição para solucionar o problema que eu havia citado no Twitter. Disse, ainda, que havia procurado meu cadastro e como não encontrou (eu não sou a titular da assinatura!) decidiu pelo email. Respondi a ele dizendo não lembrar de ter reclamado da empresa e ainda perguntei como ele tinha conseguido aquele endereço de email. Novo email:

Olá, Patrícia. Bom dia.
Coloquei abaixo o post encontrado no twitter no qual você, na verdade, quer tirar uma dúvida sobre um canal da NET, no Rio.
Se você quiser, posso pedir para o atendimento especializado da NET entrar em contato com você para tirarem qualquer dúvida que tenha, ok?

Em anexo, Flávio mandou a imagem abaixo:

Post no Twitter

Pois é, eles se preocuparam em guardar um printscreen do que eu tinha escrito. Fiquei muito, mas muito surpresa mesmo com essa pró-atividade toda da Net. Eu, que tenho outras tantas reclamações sobre a empresa, começo a achar que ainda há esperança! Ao menos a Net mostrou estar antenada e preocupada em solucionar qualquer questão levantada pelos clientes. Flávio só não me disse como encontrou o tal endereço de email, mas eu matei a charada: no meu perfil do Twitter tem o endereço daqui do blog; no blog, este endereço está presente, mas de forma escondida. Ele achou. Ele realmente queria me encontrar!

Queria muito que outras empresas adotassem esse comportamento, a começar pelo PONTO FRIO, que pratica spam e não dá a mínima quando o cliente entra em contato pelo 0800 ou pelo chat. Perdi a conta do número de vezes que escrevi no Twitter sobre isso e nada. O jeito é repetir aos quatro cantos: O PONTO FRIO FAZ SPAM, O PONTO FRIO FAZ SPAM, O PONTO FRIO FAZ SPAM… E, depois de cansar de repetir a frase anterior, passar para o próximo mantra: O PONTO FRIO IGNORA SEUS CLIENTES, O PONTO FRIO IGNORA SEUS CLIENTES, O PONTO FRIO IGNORA SEUS CLIENTES…

Quem sabe dá certo…

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Sou+web – 2ª edição

Patricia Haddad | Sun, 19 October, 2008 | 08:29 PM

E lá fui eu ontem para mais um evento internético: Sou+web. Na verdade, este foi o segundo encontro do gênero organizado pelos alunos do curso de Gestão em Marketing Digital da Facha. Pelo que tinha lido no site, achei que fosse ouvir um pouco mais sobre o uso das redes sociais como ferramentas de marketing. Não foi bem assim, mas valeu do mesmo jeito, principalmente pela forma apaixonada com que Cristina Dissat fala do seu Fim de Jogo e das tiradas engraças do Carlos Nepomuceno.

Logo no início, Nino Carvalho, que é o coordenador da pós em Gestão e Marketing Digital, mostrou uma lata de Spam, que foi sorteada ao fim do evento. Achei que ele fosse explicar porque as mensagens não desejadas recebem este nome, mas continuo na curiosidade. Vou perguntar por email e conto aqui depois.

O primeiro a se apresentar foi Raphael Perret, que começou mostrando um slide de um spam que ele recebeu em 2005, se não me engano. Segundo Perret, quem envia este tipo de mensagem acredita mesmo que vai ter quem caia na armadilha. É claro que fica difícil alguém acreditar em um texto tão grosseiro quanto o mostrado por ele, mas nós sabemos que há mensagens falsas extremamente bem elaboradas que enganam muito usuário fácil, fácil. Raphael ainda falou da evolução das redes sociais, das suas bases, deu exemplos de usos e mostrou algumas estatísticas. No final, deixou a mensagem de que não há receita de bolo para se usar as redes sociais de forma efetiva, mas reputação, qualidade e honestidade são elementos imprescindíveis.

Veio então Cristina Dissat, que eu particularmente seria capaz de ficar horas ouvindo falar. Clara, objetiva, apaixonada. Nada mais estimulante do que ver alguém apaixonado pelo que faz falando de suas ocupações, de se trabalho, de suas idéias.Cristina falou de ferramentas e do que é necessário para que sejam eficazes. Segundo ela, o Twitter deu um retorno muito bom ao seu trabalho com o blog e ela ainda deu exemplos de dois recursos que utiliza offline: camiseta e adesivo no carro. No final, deu um panorama sobre o Fim de Jogo e deixou um recado: momentos – divulgue sempre. Isso me valeu muito para os próximos passos profissionais que pretendo dar.

O último a falar foi Carlos Nepomuceno. Ele prefiriu apenas conversar com a gente, sem apresentar slides. No começo achei-o meio sério, mas em pouco tempo ele provocou gargalhadas na platéia. As histórias sobre a primeira palavra que o homem teria falado (Já!) e sobre os recados deixados nas cavernas, que seriam o primeiro chat da humanidade, foram muito engraçadas. “Para entender uma questão, é preciso entender a história“, disse ele. Carlos destacou que é preciso usar as novas tecnologias junto com novas metodologias e citou o exemplo da Rádio SulAmérica, de São Paulo, especializada em trânsito. Os repórteres, sozinhos, não dariam conta de passar todas as informações sobre engarrafamentos, por exemplo, já que por motivos óbvios não conseguiriam chegar a diversos locais. Por isso, contam com a ajuda dos próprios usuários/ouvintes, que repassam informações por celular. Hoje, Carlos disse que estamos criando um problema: o do excesso de colaboração. De fato, hoje tanta gente escreve tanta coisa que eu, pelo menos, não dou conta de ler tudo o que é produzido na internet – e isso me frustra. Quando ele falou do comportamento de alguns repórteres, que se acham donos da verdade, eu não pude me conter. Conheço gente capaz de afirmar com todas as letras uma coisa só porque na sua cabecinha medíocre tem que ser daquele jeito – e ponto final. Haha!

No final tivemos um debate com todos os convidados. Uma participante, que se identificou como funcionária da Tim, quis saber como as empresas devem se comportar diantes destas redes sociais. Infelizmente não pude contar o exemplo positivo que aconteceu comigo, então conto no próximo post. Também se falou de Nescau 2.0 e a reação contrária dos consumidores. Em algum momento do debate, Raphael Perret resolveu contar a história de um dos slides que ele tinha pulado durante a sua apresentação. Ele contou que na época do lançamento da nova identidade visual da Tam, no início deste ano, três usuários do Orkut postaram mensagens muito entusiasmadas sobre isso em uma comunidade de recursos humanos. Depois de uma investigação, descobriram que estas três pessoas conversavam muito entre si e tinham mostrado sua satisfação com a iniciativa da Tam em outras SETENTA E CINCO comunidades! Os perfis, que eram falsos, foram excluídos e o caso pegou muito mal para a Tam, que nunca se pronunciou sobre o acontecido.

Apesar do evento ter sido um pouco diferente do que eu esperava, valeu demais! Trouxe para casa uma série de conceitos que usarei daqui por diante em novos empreendimentos que estão em andamento. Carlos Nepomuceno tinha terminado a sua participação dizendo que é importante quando o palestrante sai de um encontro desses com alguma coisa. Chegar, mostrar uma apresentação em PowerPoint e ir embora não é suficiente. Pois eu digo que, para mim, o importante é sair de uma palestra dessas com a cabeça fervilhando – e foi assim que a minha saiu de lá!

Parabéns aos organizadores. E que venham muitos outros encontros assim! Abaixo, parte da galera que estava por lá:

Parte da galera no evento Sou+Web

Veja esta foto com detalhes aqui e outra aqui.

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S.O.B.R.E.T.U.D.O na RPB Web #21 e #22

Patricia Haddad | Tue, 14 October, 2008 | 02:20 PM

Ontem acabei não fazendo um post para o programa, então segue tudo em um só!

Destaque de ontem: a dica do Lenadro Bravo sobre uma filipeta de desconto para a peça Boca de Ouro, de Nelson Rodrigues. A filipeta está nesta imagem e também pode ser impressa no site www.ctad.com.br.

Hoje vai ter o resultado da promoção do livro Como transformar sonhos em realidade. Não percam!

Ah, tem também a dica da palestra pela internet do professor Leonardo Allevato Marketing pessoal: seu produto é você. Clique a faça a sua inscrição agora!

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S.O.B.R.E.T.U.D.O na RPB Web #20

Patricia Haddad | Tue, 07 October, 2008 | 02:01 PM

Dentro de menos de duas horas vai começar o programa de número 20! Muito bom, né? Bom, os destaques de hoje são:

  • Promoção do livro Como transformar sonhos em realidade
  • Palestras pela internet

Espero a participação de vocês, hein? É só se conectar em www.rpb.com.br.

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Palestras pela internet

Patricia Haddad | Mon, 06 October, 2008 | 09:46 PM

Vocês já ouviram ou já participaram de uma palestra pela internet? Bom, eu tive esta experiência hoje e vou dizer: foi muito bom! Não conhecia a AulaVox e foi uma grata surpresa ver como tudo funciona tão direitinho. Alguns dos eventos oferecidos são pagos; outros são gratuitos e o único trabalho é fazer um rápido cadastro e baixar um programinha direto do próprio site. Isto, claro, é feito apenas no primeiro acesso. Tudo simples, sem muitas complicações.

Na hora do evento escolhido, uma sala virtual é aberta e então o palestrante começa a falar. Há um espaço para chat entre os participantes, que também podem pedir para falar, desde que, claro, disponham de um microfone. Há também uma grande área onde podem ser exibidos slides de apoio sobre o tema. Não sei se há alguma opção com vídeo. Procurei esta informação, mas ainda não encontrei.

Entusiasmada com a novidade, divulgo-a no Twitter. Meu amigo Assis, que volta e meia aparece aqui nos comentários deste blog, me diz que isso é relativamente comum mundo afora. Para mim, foi uma completa novidade. E como o tema também era excelente, não tinha como eu não achar fantástica mais esta forma de interatividade, de uso eficiente das ferramentas digitais que temos hoje em dia.

O tema de hoje foi Criação de ambientes para o sucesso profissional, com o professor de Educação Física e consultor Leonardo Allevato. Comecei a ouvir o que ele tinha a dizer e, quando percebi, tinha tudo a ver com o que escrevi sobre o livro Como transformar sonhos em realidade. Muitos conceitos se encaixavam, se completavam, e cada vez fui tendo mais certeza de que quando mudamos de atitude abrimos a porta para que outras tantas mudanças positivas aconteçam.

Nas próximas três segundas-feiras deste mês Leonardo Allevato dará outras palestras igualmente gratuitas e sempre às 9h da manhã. Segue o calendário:

  • 13/10/2008 – Atividade física na 3ª idade: vivendo mais e melhor
  • 20/10/2008 – Marketing pessoal: seu produto é você
  • 27/10/2008 – Violência escolar: o papel da Educação Física

Clique nos links acima para fazer a inscrição nas palestras. É sempre bom fazer isso com antecedência para não se atrasar na hora e perder o início das palestras.

Um aviso: neste link há uma informação de que é necessário utilizar o navegador Internet Explorer. No meu trabalho, consegui acessar sem problema algum utilizando o FireFox, e que não era a versão mais nova. Já aqui em casa, só consegui entrar na sala de demonstração pelo Internet Explorer. Por isso, é bom mesmo fazer um teste antes. Encontrando problemas, é só entrar em contato com o pessoal da AulaVox.

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