S.O.B.R.E.T.U.D.O

Sobre tudo o que vejo; sobretudo, o que me provoca…
  • Blog
  • Links
  • Arquivos
  • Auto-entrevista
  • Contato

Novidade

Patricia Haddad | Mon, 26 January, 2009 | 08:20 PM

Fui convidada para participar de um blog coletivo criado para promover o livro No País de Obama, do jornalista da Globonews Rodrigo Alvarez. No texto, Alvarez conta quem é e como pensa o povo que elegeu o primeiro presidente norteamericano negro. No blog em questão,publiquei o texto Um passo adiante. Cliquem no link, leiam, comentem, recomendem!

Comments
3 Comments »
Categories
Cultura, Política
Tags
Barack Obama, livro, No País de Obama, Rodrigo Alvarez
Comments rss Comments rss
Trackback Trackback

James Blunt + Elton John (O show)

Patricia Haddad | Fri, 23 January, 2009 | 07:21 PM

Foi uma noite perfeita. Do início ao fim, não encontrei qualquer problema digno de uma reclamação. Organização, som, apresentações, tudo funcionou. No entanto, é preciso deixar claro que esta é uma opinião pessoal. Assim como na imprensa as informações sobre os shows divergem, as percepções do público também devem ser bastante diferentes. O que vou relatar aqui é o que eu vi de lá da frente, da pista premium.

Organização

Palco pronto para o James BluntNão tenho qualquer queixa quanto à organização. Cheguei por volta das 18h e vi bastante policiamento. Vários PMs e guardas municipais espalhados, além de pessoas da produção, indicando a entrada para cada setor. Não enfrentei fila e as roletas, pelo menos as da pista premium, eram amplas. Durante os shows o som estava ótimo. Alto, sim, mas não ensurdecedor. Não saí com os ouvidos entupidos como costuma ocorrer em eventos assim. E apesar de estar muito na frente, pude perceber que a qualidade dos telões era excelente.

***

James Blunt

James Blunt na Apoteose, Rio de JaneiroO cantor entrou no palco às 20h15. Para os padrões brasileiros, pode-se dizer que o show foi praticamente pontual. Em qualquer casa de espetáculos aqui o atraso é de no mínimo meia hora. Mas, voltando ao James Blunt, se há uma palavra para descrever a performance dele é surpreendente. Para quem é fã como eu e está acostumado a ver os vídeos no YouTube de apresentações como as da BBC de Londres, foi uma grata surpresa descobrir que Blunt não é apenas um garoto tímido. Elétrico do início ao fim, o ex-soldado conseguiu cativar o público. Alguns jornalistas andaram dizendo que o show foi morno, mas não é isso que se vê, por exemplo, neste vídeo da Warner. Blunt interagiu o tempo todo com a plateia, pulou, bateu e pediu palmas, arriscou os tradicionais “boa noite”, “oi, Rio!” e “tchau!” em português e pulou do palco para cumprimentar os sortudos que estavam lá na frente, na grade. É claro que não foi unanimidade, como nada na vida é, ainda mais que a noite era do Elton John. Fato. Mas eu vi muita gente perto de mim, que tinha ido para ver o Elton, elogiando o bonitinho dos olhos azuis.

O setlist foi o seguinte:

  1. Breathe
  2. Billy
  3. High
  4. Carry You Home
  5. I`ll Take Everything
  6. Goodbye My Lover
  7. Cuz I Luv You
  8. Out of My Mind
  9. Turn Me On
  10. You`re Beautiful
  11. Wisemen
  12. So Long, Jimmy
  13. Same Mistake
  14. 1973

O pulo para cumprimentar a platéia foi durante Cuz I Luv You. Já durante 1973, James Blunt subiu no piano e surfou. Delírio total! Como não era um show solo, faltou muita música que gosto (todas as outras dele!). Mas, se teve uma que eu realmente senti falta foi Shine On. Como eu queria ter ouvido – cantado! – Shine On…

Fico na torcida por um show só do James Blunt aqui no Rio, como vai ter em Porto Alegre e em São Paulo. Gostaria de ter a oportunidade de vê-lo em uma apresentação mais intimista, como as que eu descrevi no post sobre ele. Os dedos já estão cruzados! Até lá, fico com as lembranças do grande espetáculo que James Blunt nos proporcionou na noite do dia 19 de janeiro.

* * *

Elton John

Elton John na Apoteose, Rio de JaneiroTinha visto o show de São Paulo do dia 17, transmitido (com delay, e não ao vivo) pela Globo, e pensado “vou dormir de tédio nesse show”. Pela tv, a apresentação de Sir Elton John tinha sido morna. Não conhecia boa parte das músicas tocadas no início, senti falta de agudos em Rocket Man e Goodbye Yellow Brick Road, não ouvi o público cantando e ainda fiquei sem o bis, que a Globo simplesmente cortou.

Eis que pontualmente, às 22h do dia 19, Elton John subiu no palco, assumiu o piano e deu início a 2h25 de show. Realmente, as primeiras músicas não empolgaram tanto. Mas veio Goodbye Yellow Brick Road. E daí pra frente, o que se viu foi uma plateia empolgada, cantando ora animadamente, ora emocionadamente. Eu, que nem sou tão fã assim dele, me peguei em lágrimas ao som de Sacrifice. Estar no meio daquela multidão fez toda a diferença. Os falsetes que tinham feito falta em São Paulo, pelo menos na tv, foram feitos pela banda e o conjunto soou perfeito.

A única observação que faço é quanto à duração das músicas. Todas sem exceção foram prolongadas com intermináveis solos instrumentais. Isso cansa. Acho que nas músicas de maior apelo isso até fica legal, mas em todas, definitivamente, cansa. Sir Elton também quase não sai de perto do seu piano e quem fica para o lado direito do palco (olhando de frente) acaba vendo-o pouco.

Para terminar, Skyline Pigeon e Your Song, esta dedicada a nós e a Barack Obama, que assumiria a presidência dos Estados Unidos no dia seguinte. O público veio abaixo. À meia-noite e vinte e cinco, após o último acorde, estava feliz com os dois grandes shows que tinha visto.  Esperei um pouco para sair, mas também não tive qualquer problema para chegar na Presidente Vargas. A impressão, para mim, foi de que a organização foi perfeita. Parabéns às empresas Brasil 1 e PlanMusic!

* * *

Fotos e Vídeos

As fotos que fiz estão neste álbum do Flickr. Os vídeos, todos em alta qualidade (HQ), são os seguintes (não esquecer de clicar embaixo dos vídeos, à direita, para assistir em alta qualidade):

  1. Trecho de Carry You Home
  2. Goodbye My Lover (gravada inteira, sem foco, mas inteira!)
  3. Trecho de Cuz I Luv You, com o momento em que ele pula do palco.
  4. Trecho de Same Mistake
  5. Trecho de 1973 (consegui pegar o finalzinho do James surfando sobre o piano)
  6. Trecho de Crocodile Rock
  7. Trecho de Skyline Pigeon
  8. Trecho de Your Song

P.S.: após ler o comentário do Leo Bragança, lembrei que tinha sim uma crítica a fazer: o preço das bebidas e lanches vendidos lá dentro. R$5,00 por uma garrafinha de água mineral é ROUBO! No entanto, isso é comum a todos os eventos de grande porte realizados por aqui, independentemente da organização. Por isso, fica a reclamação quanto aos preços, mas isso não interferiu na qualidade do espetáculo apresentado.

Comments
9 Comments »
Categories
Bla, bla, bla
Tags
apoteose, apresentação, concert, Elton John, Elton John and Band, eltonjohn, James Blunt, jamesblunt, Rio de Janeiro, Rocket Man Tour, show
Comments rss Comments rss
Trackback Trackback

James Blunt + Elton John

Patricia Haddad | Sun, 18 January, 2009 | 12:28 PM

Os cantores britânicos James Blunt e Elton John apresentaram-se ontem à noite em São Paulo.  Cada um entrou pontualmente no palco na hora marcada. O show de Blunt começou às 20h e durou pouco mais que uma hora, enquanto Sir Elton John tocou, a partir das 22h, por quase 2h30. A Rede Globo passou boa parte do show com atraso (não foi ao vivo como muitos pensaram). Cortou algumas músicas e, pior, o bis. No Twitter, as reclamações eram muitas, incluindo sobre as legendas desnecessárias e cheias de erro que a Globo insistiu em colocar. Humpf.

Amanhã será a vez do Rio de Janeiro assistir aos dois artistas. Tomara que o público carioca se anime mais que o paulista. Abaixo, um mapa do local do show. Os vips vão ficar lá atrás, bem distante. Qual a vantagem então, alguém me diz? Bebidinhas e comidinhas liberadas? Prefiro minha pista premium, que ganhei junto com meu primo no concurso do Globo!

Mapa apoteose

Comments
No Comments »
Categories
Cultura, Música
Tags
Elton John, James Blunt, Rocket Man, show, turnê
Comments rss Comments rss
Trackback Trackback

Sassaricando – o espetáculo

Patricia Haddad | Sun, 18 January, 2009 | 11:57 AM

Já elogiei bastante a iniciativa de ter uma apresentação vespertina de Sassaricando, mas até agora não tinha comentado sobre o espetáculo em si. Então, vamos lá! Abra o dicionário e pegue todos os adjetivos do tipo fantástico, lindo, emocionante, divertido, empolgante. O musical é tudo isso e mais um pouco.

Eduardo Dussek, Inez Viana, Alfredo Del-Penho, Beatriz faria, Juliana Diniz e Pedro Paulo Malta dão mesmo um verdadeiro show. Cantam perfeitamente e interpretam as letras das marchinhas de forma genial. É divertidíssimo do início ao fim. Pode matar que é bicho e Criado com vó fazem a plateia vir abaixo.

Difícil destacar uma parte para elegê-la como a melhor. No entanto, se tivesse que escolher seria Touradas em Madrid. A encenação que precede o número, com direito a sapateado de Eduardo, é de chorar de rir. Os homens do espetáculo se derretendo pelo personagem do Dussek também fazem o público gargalhar comvontade!

Se eu fosse você, não perdia tempo e corria para o Teatro das Artes. Tudo vale a pena em Sassaricando: das marchinhas aos figurinos, passando pelas interpretações irretocáveis dos atores. Ao final do post abaixo tem todos os horários e preços dos ingressos. Garanto que será um espetáculo inesquecível e que você não irá se arrepender!

Comments
1 Comment »
Categories
Bla, bla, bla
Comments rss Comments rss
Trackback Trackback

Sassaricando – novo horário

Patricia Haddad | Tue, 13 January, 2009 | 02:47 PM

Fila da bilheteria, Teatro das ArtesO musical Sassaricando voltou aos palcos cariocas com uma novidade. Além das noites de sexta, sábado e domingo, agora também tem apresentação às 17h toda quinta-feira. E, logo na estréia do novo horário, o Teatro das Artes, no Shopping da Gávea, ficou lotado. Prova de que sessões alternativas como esta funcionam, sim.

O casal Sônia e Mangin Lima soube pelo rádio e não pensou duas vezes antes de rumar para o teatro. Por medo dos assaltos cada vez mais constantes no Rio, os dois não saem à noite. Dona Sônia destacou que para a terceira idade o horário vespertino é o ideal e acrescentou que todos os espetáculos em cartaz deveriam seguir o exemplo. Dona Ocirema Castro também elogiou o horário e disse que só sai à noite quando tem quem a leve em casa de carro.

Parte da plateiaAída Aires levou o marido e o filho adolescente para assistir ao musical. Moradora da Ilha do Governador, a família diz que prefere programas mais cedo porque voltar para casa tarde da noite está muito perigoso. O casal Sônia e Marcos Barros Freitas também levou o filho Marcos Roberto, de 11 anos, para ver a apresentação. Sônia queria muito ver o espetáculo, mas a decisão só veio depois de saber por um telejornal que haveria esta apresentação às 17h. À noite, a família tem muito medo de sair, mais uma vez devido à violência.

Em uma platéia majoritariamente da terceira idade, os jovens Luciana e Fernando Mundim se destacavam. De férias no Rio, o casal elogiou o horário alternativo por um motivo diferente. Para eles, a apresentação à tarde permite que os turistas da cidade façam mais programas em um único dia. Já tinham ido à praia, passeado e ainda teriam bastante tempo para curtir a noite após o teatro.

Plateia cheiaBem humorado, Sérgio Cabral, um dos autores de Sassaricando, disse que o horário das 17h era civilizado. E, o melhor: permitia assistir à novela das 8! Assistindo pela primeira vez a reestréia do espetáculo, Cabral afirmou que a maior prova de que a alternativa funciona era a casa cheia. Com todos os lugares ocupados, a sessão vespertina de Sassaricando foi realmente, um sucesso!

Seria ótimo que mais espetáculos adotassem a prática de apresentações mais cedo. Há um grande público em potencial para elas. Pessoas da terceira idade, pessoas que moram longe, pessoas que tem medo de sair à noite por causa da violência. Tenho certeza de que lotaria sempre e daria oportunidade a muito mais gente assistir às grandes obras em cartaz na cidade.

*

Serviço

Temporada até 20 de fevereiro – Classificação livre

Qui, 17h – R$60,00 (inteira)

Sex, 21h – R$70,00 (inteira)

Sáb, 21h – R$80,00 (inteira)

Dom, 20h – R$70,00 (inteira)

Comments
5 Comments »
Categories
Bla, bla, bla
Comments rss Comments rss
Trackback Trackback

Se Eu Fosse Você 2

Patricia Haddad | Tue, 06 January, 2009 | 07:45 PM

Se eu fosse você 2Quer se divertir um bocado? Pois então, recomendo o filme Se Eu Fosse Você 2. Engraçado do início ao fim, sem apelação e com atuações fantásticas de Tony Ramos, Glória Pires e Chico Anysio, na sua pequena participação. A história, claro, é pura ficção. Mostra, novamente, uma troca de corpos entre os personagens principais, a exemplo do que aconteceu no primeiro filme, que eu não vi. Como não se trata de uma continuação, não tive qualquer problema em entender este segundo.

Os trejeitos de Tony Ramos são impagáveis. Glória Pires nada delicada também está perfeita. E mesmo aparecendo pouco, um olhar de Chico Anysio muitas vezes é o suficiente para uma boa gargalhada. O restante do elenco também vai bem e se não chega a ser brilhante, também não compromete. Fiquei espantada com o tanto que Isabelle Drummond já cresceu. Outro dia mesmo ela era a Emília do Sítio do Pica-Pau Amarelo e decorava os textos lidos pela mãe, já que nem alfabetizada era ainda. Agora, aos 14 anos, segurou bem o papel da filha dos protagonistas que engravida do namorado.

No final, boa parte dos créditos do filme são exibidos em forma de legenda, enquanto todo o elenco dança animadamente em uma festa de casamento. Não sei se é uma novidade, mas eu pelo menos nunca tinha visto isso. Achei uma solução muito legal. Eu sou do tipo que gosta de ver os créditos até o final, valorizo todos os envolvidos nas filmagens. Tá certo que a maioria das pessoas levantou nesta hora e sequer viu as cenas de dança, mas, mesmo assim, achei bacana a importância que deram aos créditos.

Comments
7 Comments »
Categories
Cinema, Cultura
Tags
Chico Anysio, Cinema, filme, Glória Pires, Isabelle Drummond, Se Eu Fosse Você 2, Tony Ramos
Comments rss Comments rss
Trackback Trackback

James Blunt

Patricia Haddad | Sun, 04 January, 2009 | 11:23 AM

James BluntJames Hillier Blount, ou simplesmente James Blunt,  é um cantor inglês que já emplacou 3 músicas em novelas brasileiras: You´re Beautiful (ao vivo em Londres) em Belíssima, Same Mistake (ao vivo em Londres) em Duas Caras e agora Carry you Home (ao vivo em Londres) em A Favorita. Infelizmente, os vídeos originais não estão disponíveis devido a uma atitude burra e retrógrada da Warner que, na contramão do século XXI, exigiu a retirada do YouTube de todos os clipes de seus artistas. Mas, deixemos a ridícula Warner de lado, já que o assunto aqui é o talento de James Blunt.

O que mais me impressiona em todas as apresentações ao vivo que estão no YouTube é a sensibilidade com que James canta. Muitas vezes, a impressão que tenho é de que o cantor se sente sozinho no placo, mas isto está longe de parecer uma postura egoísta. Com uma voz inconfundível e diferente, Blunt canta sentindo cada palavra. Ao piano ou ao violão, parece estar realmente dizendo cada um dos versos, querendo mesmo se fazer entender. Entre falsetes emitidos sem esforço algum e momentos mais vigorosos, olha para cima, para os lados e demonstra estar tenso, refletindo as letras densas e cheias de significado. Algumas vezes, termina as apresentações como se estivesse cansado e até um tanto sem graça com os aplausos. Não parece mesmo se sentir uma estrela.

James BluntAlém das três músicas já citadas, outras fizeram sucesso nas rádios aqui, como High, Wisemen e 1973 (confira também esta versão acústica). Outras ainda não devem ser conhecidas do grande público, mas merecem destaque. No Bravery foi escrita quando ele ainda era um soldado das Forças Armadas Britânicas, lutando em Kosovo. Shine On é de uma delicadeza tocante, até mesmo quando fica mais pesada. Já Young Folks não é dele, mas para mim só existe em sua voz. A versão original eu detestei.

Agora em janeiro, James Blunt vai se apresentar aqui no Brasil. Nos dias 17 e 19 ele abre o show de Elton John em São Paulo e no Rio, respectivamente. Dia 27, terá um show solo em Porto Alegre e dia 29, outra apresentação solo em São Paulo. Uma pena mesmo não ter um show apenas dele aqui no Rio. Apesar de gostar do Elton John, preferia ver apenas o James Blunt, até porquê seria bem mais barato. Ah, se rolasse uma promoção ou uma credencial…

Comments
7 Comments »
Categories
Música
Tags
James Blunt
Comments rss Comments rss
Trackback Trackback

2009? Já?

Patricia Haddad | Fri, 02 January, 2009 | 11:18 PM

Pois é. Já estamos em 2009. E ao contrário de 2006, quando escrevi um post, e de 2007, quando foram cinco contagens regressivas (5, 4, 3, 2 e 1), este ano eu não fiz um texto de despedida de 2008. Até pensei em fazer uma retrospectiva, mas não fiz. Também não usei uma lingerie nova cor-de-rosa (ainda tem esses hífens?) na virada do ano, assim como não fiz a contagem regressiva para a meia-noite, não caí no choro quando finalmente a meia-noite chegou nem fiz qualquer simpatia. Por outro lado, vi os fogos de Copacabana transmitidos ao vivo por vídeo por um casal de amigos que moram lá (Roney e Claúdia) e ainda brindei por MSN com o Lucas lá de Igrejinha, no Rio Grande do Sul. Resumindo: tudo bastante atípico. E isso só pode querer dizer uma coisa: 2009 não será um ano, mas O ano. Ainda mais que é ano ímpar, e eu adoro anos ímpares. Portanto, bem-vindo 2009!

Comments
6 Comments »
Categories
Bla, bla, bla
Comments rss Comments rss
Trackback Trackback










View blog authority

PageRank Checking Icon

Archives

Categories



rss Comments rss valid xhtml 1.1 design by jide powered by Wordpress get firefox