À Presidência desta República
Patricia Haddad | Fri, 15 February, 2008 | 08:29 PMAos responsáveis pelas emissões,
venho, por meio desta, solicitar o meu Cartão Corporativo da Presidência desta República, e ainda duas outras vias para dar a meus dependentes. Tendo em vista os indispensáveis e sensatos gastos recém descobertos, feitos por seguranças, ministros e até pela primeira-filha, tenho certeza que eu também tenho direito a esta benesse. Afinal, como cumpridora de todos os deveres a mim impostos, inclusive o de votar, e como pagadora de todos os tributos que me extorquem, não resta dúvida de que sou eu quem paga essas faturas no final do mês.
Sim, claro, eu e mais milhões de palhaços como eu, também conhecidos como TRABALHADORES BRASILEIROS.
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(texto enviado para as Cartas dos Leitores do jornal O Globo)









opa, se conseguir me avise.
Perai! Assim não vai sobrar um pra pagar essa conta!
O pior é que os números que estão sendo divulgados agora sobre esta FARRA estalinipetista, são muitas e muitas vezes menores do que os números que foram divulgados/denunciados no ano anterior e no da reeleição do sujeito.
Eu vou procurar nos meus e-mails aquelas informações.
Eu ainda não sei o que é mais incrível nestas coisas todas. Se é o fato disto ser tão discarado, ou se é o fato de que não se vê um único movimento “físico” contra esta SAFADEZA TODA.
A explicação de não haver nenhum tipo de “movimento” contrário a isto nas ruas (só aqui no mundo virtual mesmo, pq os eleitores desta corja não sabem o que é isto aqui. Os que sabem são safados mesmo) é que os “agitadores” estão com mto dindin no bolso. Ou melhor, ou tem “o seu cartãozinho” ou tem outros cartões (vários deles) dos bolsas esmolas da vida.
A explicação para não haver nenhum movimento contrário a ele nas ruas, como houve na época do Collor, é tão simples quanto 0+0=0: naquela época, o PT era oposição. Isto significa que Une, Ubes, Cut, CGT e demais associações afins também estavam na oposição. Foram essas entidades que fomentaram as pessoas, especialmente os jovens (como eu!) a bradar pelas ruas pelo impeachment de Collor.
Hoje, toda esta gente é situação. E, não obstante, estão em “ótima” $ituação. É tão somente por isso, por não haver quem movimente as massas, que estamos tão quietos. E ai de quem tente quebrar esta “calmaria”. A gente sabe que essa gente é covarde e capaz de coisas do arco da velha contra aqueles que se arvorarem a criticar o guru-mór.