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Como não tratar seus clientes

Patricia Haddad | Wed, 10 January, 2007 | 04:43 PM

Encontrei este vídeo no YouTube e achei bem interessante… Trata-se do atendimento do vôo JJ9727 (JJ, para quem não sabe, é a TAM), em 16 de dezembro de 2006. Pena o áudio não estar muito bom, mas a sucessão de falhas serve de pequena aula sobre como não se deve agir quando se lida com público.

0:37 - O funcionário de terra tenta explicar o atraso, mas deixa clara a falta de comunicação entre os setores da empresa quando diz que alguma informação não foi passada para eles “ali de baixo”. Acaba não conseguindo explicar nada.

1:20 – A discussão tá rolando, mas uma funcionária parece alheia a tudo, em pé na porta apreciando a paisagem…

2:34 – Diante dos questionamentos dos passageiros quanto à segurança da aeronave (a partir de 2:10), que segundo um dos presentes já havia apresentado problemas na escala anterior, o funcionário solta a pérola: “Se decolou, tá em segurança“. Hum. Ok. E o avião que caiu em Congonhas? E aquele que perdeu a porta em vôo? E o que atropelou a vaca? E aquele, aquele, aquele outro? Por que todos eles decolaram?

5:04 – A legenda diz tudo. As funcionárias estão DE COSTAS para os passageiros!

5:58 – O piloto explica o atraso para os passageiros com uma segurança incrível. Não gagueja, não faz pausas para pensar “o que vou dizer agora?“, nada. Ele sabe perfeitamente o que aconteceu.

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« Agora, ridicularizados… Recesso »

10 Responses to “Como não tratar seus clientes”

  1. david, aquele mesmo says:
    Wed, 10 January, 2007 at 07:24 PM

    Sinceramente? Só volto a voar daqui a 4 anos.

  2. Roberto Haddad says:
    Thu, 11 January, 2007 at 09:14 PM

    David, e eu só quando a PANAIR DO BRASIL voltar a voar.

  3. david says:
    Thu, 11 January, 2007 at 09:54 PM

    Seu Beto, essa foi tirada do baú!

    hehehe

  4. Carlos Emerson Jr. says:
    Thu, 11 January, 2007 at 11:17 PM

    Hum…estou com vocês! Eu não tenho medo de voar, mas terror de Cia. aérea chinfrim, buraco negro no controle aéreo, aeroportos estilo rodoviária do Rio de Janeiro, etc., etc. Se em quatro anos não acabarem com o transporte aéreo brasileiro pode ser que eu volte a voar!

  5. José Alberto Farias says:
    Fri, 12 January, 2007 at 09:21 PM

    Tá sumida, hein? Vou lá olhar o vídeo.

  6. André Wernner says:
    Sat, 13 January, 2007 at 10:49 AM

    Patrícia,
    Diante de tudo isso, vamos instituir o PRÊMIO TAM-TAM DE INCOMPETÊNCIA e fazer a entrega oficial ao presidente da companhia, através do blogue.
    Porque é impressionante o que essa gente – também chamada de executivos! – conseguiu fazer com a TAM, que nos tempos do velho amigo comandante Rolim ERA UMA BELEZA!
    Até tapete vermelho tinha!
    Esse tapete vermelho de hoje ‘só é vermelho’ pela raiva dos passageiros…
    Bjs

    Em tempo: Pati, a grande Escola da Aviação Nacional foi a VARIG. Dela pra cá, tudo foi arremedo de companhias aéreas. Nada vingou com elegância e competência! Que saudades dos bons tempos…

  7. Patricia Haddad says:
    Sat, 13 January, 2007 at 11:16 AM

    André, você viu o caso de um menino que viajava desacompanhado (menor de idade, sob os cuidados da Tam) e desembarcou “por engano” em SP? Passou na tv ontem, passou hoje também na Globonews. A empresa foi condenada a pagar uma multa por isso, mas o dinheiro é o que menos importa – ou nem importa mesmo. Imagino a aflição dos pais quando o avião chegou a seu destino final sem o filho a bordo. Isso sem falar no episódio antes do Natal, em que uma menina ficou sozinha na sala de embarque porque seu vôo não saiu, mas a Tam informava aos familiares que a menina já tinha viajado. Esses são apenas dois casos, além do próprio vídeo aqui postado. Fazer o que fizeram com uma criança? Que total falta de competência, de cuidado, de zêlo, de tudo!

    Em tempo: segundo minha mãe, o tapete hoje em dia é vermelho de vergonha. Porque essa empresa é, de fato, uma vergonha nacional…

    Em tempo 2: obrigada pelos elogios à Varig. Como meu pai foi funcionário dela por 30 anos, estando aposentado há 12, e como eu mesma fui funcionária por 11 anos e meio (além de ter crescido dentro dela), nosso amor pela Estrela Brasileira é um tanto incondicional, meio mexicano mesmo. Mas é amor pelo nome, pela marca, pelo que ela foi. Não pelo que fizeram com ela, se você me entende…

  8. André Wernner says:
    Sat, 13 January, 2007 at 09:33 PM

    Patrícia,
    Acompanhei sim, e achei tudo uma vergonha. ‘Nestepaíz!’ não se pode confiar mais em nada. Por dinheiro vendem a alma! Falta responsabilidade, falta honradez, falta vergonha na cara, falta hombridade e TUDO MAIS que o papai e a mamãe ensinaram a nós desde a infância!
    Parece que tudo isso ficou fora de moda. Voltou a ter valor a ‘lei de Gerson’ – de levar vantagem em tudo e os outros que se danem…
    É uma pena!

    Sua mãe tem toda a razão. Em ponha vergonha nisso!
    Outra coisa: minhas palavras sobre a VARIG não são apenas elogios! É constatação, é fato. A VARIG era a imagem do Brasil no exterior.
    Era a VARIG e o Pelé! Dois símbolos. Duas referências.
    Bjs, sucesso e a luta continua.
    Apareeeeça!

  9. Ricardo Rayol says:
    Sat, 13 January, 2007 at 09:39 PM

    Tenham medo muito medo ehehehehehehehe

  10. José Alberto Farias says:
    Sun, 14 January, 2007 at 04:32 PM

    Pati, te desejo sucesso! Sei que você é competente e determinada.

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