Hipocrisia
Patricia Haddad | Sun, 15 April, 2007 | 01:39 PMNo dia 09 de abril, se não me engano, o jornal O Dia publicou uma reportagem com a viúva da Mega-Sena, Adriana qualquer coisa (o sobrenome eu não lembro e não faz diferençca). Em um box, um ping-pong com a moça e uma resposta típica de presos que, apesar de todas as evidências, tentam se dizer inocentes.

Não tenho nada contra quem tem fé VERDADEIRA em uma RELIGIÃO. O que me incomoda é essa coisa de todo preso virar evangélico como se isso o redimisse de todos os pecados e apagasse todo o seu passado tal qual uma borracha. Que diferença faz, a esta altura do campeonato, se essa Adriana é evangélica, católica, espírita ou umbandista? NENHUMA! Todas as evidências a apontam como culpada de alguma forma. A justiça irá tratar de esclarecer a verdade. Independentemente do fato dela assistir missas, cultos, reuni”oes ou bater tambor.









Não entendi. Qual a relação da familia ser envangelica e ela ter voltado para a igreja com a pergunta formulada?
Pois é, pai. Nenhuma. Ela não respondeu à pergunta feita e ainda usa a religião como escudo, como se ser evangélico fosse sinônimo de ser idôneo, honesto e livre de pecados.
Não estou querendo botar lenha na fogueira santa de ninguém , mas apenas duas perguntinhas:
Alguém sabe se o delegado (ou alguma outra autoridade jurídica ou policial) é da mesma igreja ? Quanto será que foi o último dízimo pago pela nova fiel ?