S.O.B.R.E.T.U.D.O

Sobre tudo o que vejo; sobretudo, o que me provoca…
  • Blog
  • Links
  • Arquivos
  • Auto-entrevista
  • Contato

À Presidência desta República

Patricia Haddad | Fri, 15 February, 2008 | 08:29 PM

Aos responsáveis pelas emissões,

venho, por meio desta, solicitar o meu Cartão Corporativo da Presidência desta República, e ainda duas outras vias para dar a meus dependentes. Tendo em vista os indispensáveis e sensatos gastos recém descobertos, feitos por seguranças, ministros e até pela primeira-filha, tenho certeza que eu também tenho direito a esta benesse. Afinal, como cumpridora de todos os deveres a mim impostos, inclusive o de votar, e como pagadora de todos os tributos que me extorquem, não resta dúvida de que sou eu quem paga essas faturas no final do mês.

Sim, claro, eu e mais milhões de palhaços como eu, também conhecidos como TRABALHADORES BRASILEIROS.

* * * 

(texto enviado para as Cartas dos Leitores do jornal O Globo)

Comments
4 Comments »
Categories
Política
Comments rss Comments rss
Trackback Trackback

Feliz Ano Novo!!!

Patricia Haddad | Mon, 11 February, 2008 | 09:12 PM

Não, queridos, não enlouqueci nem errei a página do calendário. É que hoje é a primeira segunda-feira pós-carnaval. Agora sim este país vai começar a funcionar!

Comments
2 Comments »
Categories
Bla, bla, bla
Comments rss Comments rss
Trackback Trackback

Pesquisar é bom…

Patricia Haddad | Fri, 08 February, 2008 | 09:19 AM

Não lembro bem em qual telejornal ouvi isso, mas o fato é que não foi a primeira vez: o repórter disse que ABAV era Agência Brasileira de Viagens. Tá certo que nosso (des)governo é chegado num turismozinho básico, mas ainda não chegaram ao ponto de ter uma agência própria para essa finalidade. ABAV, para os jornalistas que não pesquisaram antes de escrever suas matérias, siginifica Associação Brasileira de Agências de Viagens.

Comments
1 Comment »
Categories
Bla, bla, bla
Comments rss Comments rss
Trackback Trackback

Beija-Flor bi campeã!

Patricia Haddad | Wed, 06 February, 2008 | 04:14 PM

O meu valor me faz brilhar

Iluminar o meu estado de amor

Comunidade impõe respeito

Bate no peito sou BI CAMPEÃ!

* * *

E antes que eu me esqueça: Mangueira em 10º (DÉCIMO!!!) lugar. Só lamento mesmo o fato da Viradouro não entrar no Desfile das Campeãs. Merecia…

Comments
2 Comments »
Categories
Cultura
Comments rss Comments rss
Trackback Trackback

E São Pedro brigou com o Momo… Parte 2

Patricia Haddad | Tue, 05 February, 2008 | 11:07 AM

Depois de uma manhã nada proveitosa no Bola Preta, e depois de recarregar as baterias, eu e Cacau seguimos para o Barbas, que se concentra na rua Arnaldo Quintela, em Botafogo. O mascote do bloco é Nelson Rodrigues Filho, possuidor de uma extensa barba. O clima era muito mais tranqüilo do que no Bola Preta, sem ambulantes no meio da rua para atrapalhar a gente. Foi possível brincar sem problemas e nos refrescar com o banho de carro pipa sem atropelos. Teve gente que ficou com sorriso de orelha a orelha com o batismo no Barbas.

Foi então que São Pedro deu fim à trégua. Uma chuva, que não era chuvisco, caiu e ajudou a refrescar o povo. A partir daí, não houve mais sol no Rio de Janeiro até a manhã de hoje, terça-feira. Não que hoje esteja fazendo aquele dia de verão típico carioca, mas foi possível ver alguns raios do astro-rei. Depois de um domingo e uma segunda de pé d’água, hoje será possível colocar o bloco na rua novamente. Portanto, lá vou, com minha fantasia de borboleta, bater asas por aí. Até a volta!

Mais fotos aqui.

Comments
No Comments »
Categories
Bla, bla, bla, Cultura
Comments rss Comments rss
Trackback Trackback

E São Pedro brigou com o Momo… Parte 1

Patricia Haddad | Tue, 05 February, 2008 | 10:26 AM

As previsões diziam que o carnaval inteiro seria de chuva. Eu, que já tinha comprado apetrechos carnavalescos, como asinha de borboleta, boás e colares de havaiana, comecei a achar que a culpada era eu. Sem falar na camiseta com vários botões pretos pregados, para sair no Bola Preta. Quem mandou querer bancar a engraçadinha no carnaval?

Pois eis que, na sexta-feira, um sol de rachar toma conta da cidade maravilhosa. Confiante de que o tempo continua propício aos festejos, combino a folia de sábado. E lá fui eu e minha amiga Cacau para o Cordão da Bola Preta, um dos mais tradicionais blocos carnavalescos do Rio.

O bom do Bola Preta é que só tocam marchinhas. Aliás, isso foi inclusive falado ao microfone. Ordens da diretoria: apenas marchinhas poderiam ser tocadas. Que maravilha! Brincar ao som daquelas músicas que têm mesmo cara de carnaval. Sambas de enredo também são legais, mas as marchinhas são insuperáveis.

Outra boa notícias: o Cordão ganhou nova sede. Por causa de enormes dívidas, o Bola Preta foi despejado de sua famosa sede, ali ao lado do Municipal. Agora ganharam um local próprio na Rua do Lavradio. Melhor em algum lugar do que em nenhum, mas aposto que aquele prédio da esquina da Evaristo da Veiga com 13 de maio continuará sendo sempre um ponto de referência. “Onde te encontro?” “Me espera ali, no Bola Preta.” E está marcado o encontro para as cercanias da Cinelândia.

Agora, vamos a parte péssima da coisa. Pular o carnaval ao som do Bola Prte está impossível. Eu, pelo menos, já desisti. Ano que vem não vou. Não há mais lugar para foliões, só para ambulantes. Pelo meio da Avenida Rio Branco, centenas de carrinhos com isopores gigantes, vendedores com caixas e caixas de bebidas, tudo estrategicamente colocado para impedir que as pessoas brinquem. Não há como andar pela rua. São três passos e uma esbarrada num carrinho. Mais cinco passos, e você acaba de chutar um isopor. Outros quatro passos, e você dá de cara com uma carrocinha de cachorro quente. dali mesmo você já avista o próximo obstáculo: o vendedor de churrasquinho. Definitivamente, tô fora.

A prefeitura tem que tomar medidas drásticas urgentemente, ou a alegria de se pular carnaval como antigamente vai voltar a ser apenas uma vaga lembrança na memória dos mais velhos. Há que se organizar esses blocos maiores e coibir a instalação de ambulantes no meio da avenida. Fiscais devem circular pelos blocos retirando estes vendedores do meio do caminho. Parece difícil, mas não é. Com planejamento, é possível criar locais específicos para a venda de bebidas e comilanças. E o público poderá, enfim, se divertir a valer sem dar dez topadas por minutos em alguma caixa de cerveja.

Mais fotos aqui.

Comments
No Comments »
Categories
Cultura, Opinião
Comments rss Comments rss
Trackback Trackback

Ainda lembram de mim?

Patricia Haddad | Tue, 05 February, 2008 | 10:09 AM

Pois é, sou eu, a autora deste blog. Depois de 15 dias, eis que ressurjo das cinzas da terça-feira… de cinzas! Nem mesmo o puxão de orelhas que andei levando de certo leitor (não é, Assis?) serviu para me colocar no caminho da escrita novamente. Mas, ficar falando sobre as demoras em escrever é puro atraso. certo mesmo é pôr a mão na massa – ou os dedos no teclado, né? Juro que vou tentar.

Comments
2 Comments »
Categories
Bla, bla, bla
Comments rss Comments rss
Trackback Trackback

Comprovado!

Patricia Haddad | Sun, 20 January, 2008 | 07:08 PM

Após exaustiva investigação, este blog teve acesso a informações que provam a eficácia do programa Bolsa Família. Por meio das imagens que vocês verão a seguir, fica comprovado que ao menos duas pessoas saíram da situação de miséria e hoje vivem com conforto – e bota conforto nisso! - graças ao benefício pseudo-assistencialista deste (des)governo federal.

Lula antes e depois do Bolsa Família

Dona Marisa antes e depois do Bolsa Família

A quem interessar possa, considero o Bolsa Família um mantenedor de pobreza e moeda de compra de votos.

Agradecimentos à leitora Lourdes, que enviou as imagens.

Comments
3 Comments »
Categories
Bla, bla, bla
Comments rss Comments rss
Trackback Trackback

Fashion Rio Outono Inverno 08 – parte 2

Patricia Haddad | Fri, 18 January, 2008 | 09:53 PM

Ok, lição número um aprendida: as roupas que vemos nos desfiles de moda não são, necessariamente, as que vão ser vendidas nas lojas. O que os estilistas mostram nestes eventos são conceitos, tendências, referências – seja lá o que essas coisas signifiquem. A forma teatral como muitas vezes as coleções são apresentadas até me agrada bastante. Acho legal este tipo de exibição, este espaço para se criar algo que não é uma peça, não é um show, não é um espetáculo de dança: é tudo-junto-ao-mesmo-tempo-agora. O que eu não consigo entender é essa coisa de mostrar “conceitos” e “tendências” com roupas que jamais poderemos comprar – e que também jamais usaríamos, de qualquer forma. Será que não se poderia criar o mesmo show com roupas usáveis e compráveis? O desfile da ADPAC, por exemplo, me agradou bastante no quesito “exibição”. O pessoal da Tobu-Le Parkour foi sensacional – e olha que o espaço era bastante limitado. No entanto… não havia uma meia sequer que me fizesse gritar “eu n-e-c-e-s-s-i-t-o de um par desses!!!”

Voltando ao meu dia no Fashion Rio, depois dos desfiles do Rio Moda Hype fui para a coletiva com Robert Guimarães sobre o lançamento do portal Roda da Moda. A apresentação aconteceu no HC da Oi, sendo HC as iniciais de hospitality center, o novo nome “muderninho” que arranjaram para os lounges, aqueles que, um dia, foram meros estandes. A Oi era patrocinadora do Fashion Rio, do Rio Moda Hype e do portal, mas não é que o pessoal do estande insistia em deixar a música nas alturas? O coitado do Robert foi interrompido umas 3 ou 4 vezes. Ele começava a falar e, de repente, o volume da música aumentava absurdamente. Foi preciso um piti básico para que o povo do tal do HC se lembrasse que a Oi era patrocinadora do negócio e, enfim, deixassem Robert apresentar o projeto. “Vocês querem me ouvir ou ouvir música?”, perguntou aos berros. Nem preciso dizer que foi aplaudidíssimo!

Da coletiva, parti para o Fashion Business. Vi muita coisa legal por lá. Acessórios variados, lingerie, roupa de festa, tecidos. Conheci umas meninas da Elles Cinq, uma empresa que está incubada na Veiga de Almeida e faz jóias lindíssimas. Fiquei completamente apaixonada por um pingente em forma de mandala, feito de ouro amarelo e pedras. Deslumbrante! Pena não terem permitido uma foto, mas quem quiser entrar em contato o email é [email protected]. Mas bom mesmo foi ter conhecido a Kátia Ferreira pessoalmente. Kátia é a criadora da Apoena, uma grife de Brasília que, na verdade, é uma ONG que gera renda para 600 bordadeiras. Os trabalhos são riquíssimos e muito bem elaborados. Eu já conhecia um pouco da história pois já tinha visto a Kátia no Sem Censura, programa apresentado pela Leda Nagle na TV Brasil (antiga TVE). Lá eu tive a grata felicidade de ver que Kátia é exatamente como eu e minha mãe vimos na tv. Doce, tranqüila, mas com um brilho no olhar ao falar da marca que deixa qualquer um contagiado.

Terminei o dia observando a extensa fauna que habita este tipo de evento. Vi modelo, vi garotinha que quer ser modelo, observei um fotógrafo caçando talentos, tv gravando matéria, gente à toa, avião chegando de São Paulo… Êpa! Peraí! Avião chegando de São Paulo? Pois é. Em plena Marina da Glória, com aquela vista privilegiada, eu não tinha como resisitir a alguns cliques da Varig. Ou tinha? A foto abaixo responde por mim.

Credencial e fachada da Varig

Mais fotos no Flickr.

Comments
1 Comment »
Categories
Cultura, Moda
Comments rss Comments rss
Trackback Trackback

Fashion Rio Outono Inverno 08 – parte 1

Patricia Haddad | Tue, 15 January, 2008 | 09:46 PM

(A autrora deste blog adverte: bom humor é imprescindível para a leitura deste texto.) 

Descobri que não entendo n-a-d-a de moda. A constatação foi feita durante minha primeira ida a um Fashion Rio. Nos últimos dias 10 e 11, estive na Marina da Glória participando (timidamente) do evento. Bati muita perna pela chamada Área de Convivência (outra foto aqui), entrei em poucos lugares, mas foi o suficiente para ver muita coisa engraçada. Era gente com vestido de festa, gente de sandália havaiana, gente com o sapato saindo do pé. Gente bonita, gente que se acha bonita. Gente que tem estilo, gente que acha que tem estilo. Gente.

O único desfile ao qual assisti foi do Rio Moda Hype. Marcado para as 15h30, começou com 50 minutos de atraso. Sentada na segunda fila bem no início da passarela, ouvi as vozes das estilistas falando sobre suas inspirações. Descubro que uma delas criou sua coleção baseada no minimalismo da obra de Niemeyer e fico me perguntando como se passa os traços do arquiteto para uma saia ou blusa. Ou é muita criatividade ou muita viagem.

Enfim, o show vai começar. Holofotes se acendem para a entrada das modelos (apenas a última estilista utilizou modelos do sexo masculino). Uma a uma, moças esquálidas, com posturas que qualquer leigo vê que é errada, entram na passarela jogando suas bacias para frente enquanto enterram seus pescoços entre os ombros. Diante do que via, não tive o menor pudor de me achar linda com meu pouco mais de metro e meio de altura e meus quilinhos a mais. Aqueles rostos pálidos, denotando subnutrição, definitivamente não podem representar o que eu considero belo. Ainda bem que a beleza é mesmo subjetiva!

A primeira grife a se apresentar foi a da estilista cearense Melca Janebro. De cara, percebi que não usaria nenhuma de suas peças. Mal sabia que ainda veria muita coisa estranha naquela tarde. Depois dela, foi a vez da paulista Fernanda Yamamoto, que se inspirou na Caixa de Pandora. Foi neste desfile que as modelos corcundas com a bacia para a frente me chamaram a atenção pela primeira vez. Ao final do desfile, a estilista ameaçou entrar no palco, como tinha feito a primeira, mas ao avistar alguns familiares, voltou correndo. Quase ninguém viu Fernanda Yamamoto.

Hora da terceira coleção, a da carioca Renata Veras. Tendo Elton John como tema, é claro que os óculos escuros não podiam faltar. Não tenho palavras para a calça de oncinha, mas a blusa com a cara do cantor tava legal. Enfim, vejo uma peça que usaria sem problemas! Teve também uma calça que, não fosse a cintura na altura do peito, eu usaria, mesmo com todos os critais altamente brilhantes cravejados. Amei também um sapato da coleção. Só não entendi como usar um determinado modelito estilo bailarina no inverno.

A quarta coleção a ser exibida foi a da paranaense Noemy. Os sapatos… bem, os sapatos eram cenográficos, eu sei. A esta altura do desfile eu já estava me conscientizando de que o que vemos ali não pode ser o que vai ser vendido nas lojas. Ninguém em sã consciência usaria aquelas… err… roupas. Penso que já vi coisas esquisitas o suficiente, mas lá vem a moda da brasiliense Stefania pendurada naquelas mesmas modelos corcundas com a bacia para a frente. Definitivamente, nada mais poderá me surpreender, pensei eu. Estava errada. Redondamente errada.

ADPAC. Este é o nome da grife da carioca Adriana Pacheco. Nome da coleção: Le Cirque Excentrique de Mafaldo (sendo Mafaldo o gato de estimação da estilista). A participação da equipe Tobu de Le Parkour, espécie de esporte radical onde os praticantes fazem acrobacias utilizando o mobiliário urbano como base e obstáculo, foi sensacional. Os rapazes são excelentes e causaram frisson na platéia. Fiquei hipnotizada com os mortais e as paradas de mãos que os garotos fizeram. Mas aí entraram os modelos. Homens de rostos cobertos e um único chifre. Mulheres borrocadas, e não maquiadas. realmente, inacreditável o que eu vi. Ainda bem que tudo terminou com a Tobu.

Saí desta minha primeira experiência em desfiles de moda com a mais absoluta certeza de que eu não devo entender n-a-d-a mesmo de moda. E querem saber? AINDA BEM que não entendo!!!

Aguardem o segundo texto, com minhas aventuras pós-desfile.

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...
Comments
4 Comments »
Categories
Cultura, Moda
Comments rss Comments rss
Trackback Trackback

  • Página 19 de 53
  •   <
  • 1
  • ...
  • 12
  • 13
  • 14
  • 15
  • 16
  • 17
  • 18
  • 19
  • 20
  • 21
  • 22
  • 23
  • 24
  • 25
  • 26
  • ...
  • 53
  • >










View blog authority

PageRank Checking Icon

Archives

Categories



rss Comments rss valid xhtml 1.1 design by jide powered by Wordpress get firefox