Rotas, a teia da crise nos ares
Patricia Haddad | Sun, 12 August, 2007 | 09:10 PM“O fim da Varig foi um desserviço para a sociedade, e ela talvez esteja pagando em crise aérea muito mais do que o prejuízo da empresa. A conta é muito maior que o buraco da Varig.” Esta declaração do professor de Engenharia de produção da Coppe/UFRJ, Elton Fernandes, encerra a matéria publicada hoje no JB e que pode ser lida aqui.









Patrícia,
Então, eu e o professor Elton pensamos mais ou menos igual. Como você tem visto minhas defesas em favor da Varig e sua excelente qualidade de serviços, à época, quem perdeu não foi apenas à empresa e seus funcionários, mas toda a sociedade, que deixou de ter serviços de padrão internacional, e estão sendo servidos, atualmente, pelo lixo da aviação comercial oportunista, visionária e desqualificada, como no caso da TAM. Nem o atendimento digno aos passageiros, em época de apagão, conseguiu dar. Isso prova que não está preparada para esse mercado, cada dia mais emergente.
A Varig, por sua vez, no país ou fora dele, nunca me deixou sem uma informação. Aliás, arrisco a dizer que os ESCRITÓRIOS DA VARIG NO MUNDO eram pontos de referência para os brasileiros. Eu diria, a bem da verdade, que seus escritórios eram a “Embaixada” brasileira, sempre de portas abertas. Sem burocracia, respostas rápidas e confiáveis.
Hoje com as que estão aí, todo cuidado é pouco./Abs