Saindo da inércia
Patricia Haddad | Sun, 05 October, 2008 | 11:01 PM
Com bastante atraso, finalmente consigo sentar para escrever sobre o livro Como transformar sonhos em realidade. O exemplar me foi enviado há algum tempo pela Ediouro, por meio da Agência Frog, para que eu fizesse a resenha. Comecei a ler e de cara gostei bastante do livro. Leitura fácil e interessante. Então, por que eu demorei tanto para escrever? Falta de tempo? Não. Inspiração? Também não exatamente. Para falar a verdade, não sei determinar o que me segurou até hoje, mas uma coisa eu garanto: este atraso foi providencial. Vocês logo entenderão.
Por diversas vezes enquanto lia o livro tive vontade de anotar certos trechos para comentá-los aqui. Então me lembrava que o objetivo não era destrinchar tudo o que Nerivaldo Lira Alves escreveu, mas fazer um comentário geral sobre o texto. O problema é que o livro tem tantas coisas bacanas, e que foram me servindo de lição, que eu não sabia como falar dele sem estragar a surpresa.
O estilo pode parecer auto-ajuda – e, sinceramente, acho mesmo que é auto-ajuda, gênero que eu nunca tinha lido antes. As mensagens que Nerivaldo nos passa, começando por sua própria história de vida, muitas vezes podem parecer clichê, mas quem é que nunca precisou ouvir um clichê para poder sair de uma situação negativa e efetivamente andar para frente? Há coisas que estamos cansados de saber, mas só aplicamos a nós mesmos quando outra pessoa vem nos contar o “pulo do gato” como se fosse “o conselho inédito e infalível”.
O tempo foi passando e sem que eu me desse conta usei conceitos do livro na minha vida, mais especificamente nesta última semana. Comecei a sair de uma certa inércia e aceitei um desafio pessoal. Resolvi transformar não exatamente um sonho, mas talvez um medo, em algo real, produtivo e útil. O medo continua existindo, mas eu consegui encará-lo e decretei: sim, eu vou aprender e vou conseguir realizar coisas que, até então, nunca realizei.
Enquanto escrevia este post, mais uma coisa boa aconteceu comigo. Talvez um dia eu possa dividi-la com vocês. Talvez não vá adiante. O que importa é que eu tenho a mais absoluta certeza de que a minha mudança de atitude está atraindo coisas boas. E, ainda que inconscientemente, tudo isso tem a ver com o livro. Digo mais: se eu consegui começar a sair da inércia, todo mundo consegue. Cada pessoa vai encontrar a sua própria maneira de transformar meras idéias ou sonhos em algo concreto, real. Não importa se é seguindo à risca o que Nerivaldo escreveu ou não. O importante é TENTAR MUDAR e SEGUIR SEMPRE ADIANTE.
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Agora que vocês já leram o que eu achei do livro e estão loucos de vontade de o ler também, vem a parte boa. Como de costume, a Ediouro disponibilizou um exemplar para ser sorteado entre os leitores deste blog. Contem para mim nos comentários: vocês já transformaram algum sonho em realidade? Em caso afirmativo, digam-me como foi, que atitudes vocês resolveram tomar para conseguir alcançar a meta. Em caso negativo, contem o que vocês gostariam de realizar, quais os maiores empecilhos, de que maneira vocês acreditam que podem transformar os sonhos que têm em realidade.
A promoção fica no ar até 23h59 do dia 13 de outubro. Comentários após esta data/hora serão desconsiderados. O resultado será divulgado aqui neste blog no dia 14 de outubro. Válida para residentes em qualquer ponto do país. O livro será enviado por correio sem qualquer custo para o vencedor.
O livro tinha tudo para ser excelente. Ao ler o título “
No dia 27 de setembro vai acontecer em Curitiba um super evento voltado para jornalistas, designers, programadores, enfim: para todo mundo que se interessa pela web. Trata-se do
Aqui no Rio, fui matando as charadas aos poucos, até que no domingo de manhã, logo após a divulgação das últimas três pistas (uma para cada câmera), parti para um dos locais decifrados: a entrada da estação do Pão de Açúcar, próximo a uma sorveteria existente no local. Eu e minha mãe ficamos mais de uma hora procurando por uma caixa, conforme estava escrito no regulamento. Dentro de tal caixa representativa da câmera, eu encontraria um número de telefone de discagem gratuita, para onde deveria ligar comunicando que tinha achado o prêmio.
Por insistência da minha mãe, seguimos para o shopping Downtown, na Barra da Tijuca. Deixamos o Posto 9 de Ipanema de lado devido à chuva e ao frio que fazia especialmente na orla carioca. Chegamos ao shopping antes do meio-dia e as lojas estavam fechadas. Pensei, então, que não poderia estar dentro delas, pois se a última pista já estava liberada o vale-brinde deveria obrigatoriamente já estar escondido. Mexi na lixeira que aparecia em duas dicas em forma de fotos. Tentei arrastar um vaso que também aparece nas imagens e já estava fora do lugar. Impossível. Fiquei apenas meia-hora porque o sexto-sentido da minha mãe insistia em dizer que a tal caixa ainda não estava escondida. Mãe é mãe e não se discute.
Há poucos dias, chegou às minhas mãos o livro Ele – Maluf, trajetória da audácia. Segundo o autor, 







