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Traduzindo

Patricia Haddad | Wed, 18 June, 2008 | 10:20 AM

“Não podemos deixar que o assassinato* contamine o que está sendo realizado aqui. Não podemos deixar que esse fato contamine a obra**.”

(Nelson Jobim, ministro da Defesa desta república)

* referência à morte de 3 moradores do morro da Providência, entregues por membros do exército a traficantes rivais 

** Cimento Social, obra do senador e candidato a prefeito do Rio Marcelo Crivella, que está sendo realizada na comunidade.

Traduzindo a declaração de Jobim:

“Não podemos deixar que esse pequeno e insignificante incidentezinho de nada ofusque o brilho desta magnânima obra que está sendo realizada pelo senador Marcelo Crivella – por um mero acaso, candidato a prefeito do Rio.”

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Marcelo Crivella, ministro da Defesa, morro da Providência, Nelson Jobim, obra, prefeito, Rio
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4 Responses to “Traduzindo”

  1. Assis Haubert says:
    Wed, 18 June, 2008 at 11:30 AM

    Eu encontrei uns textos que colocam esta ARMAÇÃO TODA por água abaixo.

    Tudo ERRADO.

    Contra a vontade o exército foi colocado lá para, pintar paredes, ser segurança da corja e do PAC do CREUvella.

    Até o ministro do exército havia dito que não, mas um dos membros da “43pu8LiC4 de $4nt4 M4R14″ disse, “Não, vocês irão obedecer a vontade de seus superiores (eu e a mulinha).

    As FFAA são ainda o único real empecilho para esta CORJA implantar aquilo que está planejado a mais de 30 anos.

    Será que este povo ignorante não se dá conta??

    Parece roteiro para o “Jack Bauer”.

    []‘s

  2. Lourdes says:
    Wed, 18 June, 2008 at 01:12 PM

    E por que será que a mula está calada? Tem que se declarar alto e em bom som que o culpado está em Banânia, mas a mídia golpista, como sempre, não divulga nada onde o iluminado está metido! A maioria dos jornalistas que é chapa-branca já crucificou o exército como na matéria da Folha a tal da Castanhede (sei lá, acho que é assim o seu nome), petralha safada, só escreveu besteira! Estão a fim de desmoralizar o exército, essa é que é a verdade.

  3. Ricardo Rayol says:
    Sun, 22 June, 2008 at 08:31 PM

    não esqueça dos 20 mil por telhado.

  4. Edson Fernando Oliveira says:
    Tue, 08 July, 2008 at 08:39 PM

    Olá, boa noite. Acredito que a única saída para o Brasil enfrentar suas crises internas a nível psicossocial é a adoção do “Modelo P’ (Michael Porter) nos serviços. Porque quando uma empresa tem um mercado onde não há ‘poder de barganha’ do usuários/consumidores e nem a ‘ameaça de produtos substitutos’ e ‘novos entrantes,’ ficamos reféns das tiranas, aplicam preços nos serviços a bel prazer, não resolvem a qualidade, etc; e o poder de barganha dos fornecedores fica livre para abusos. Ainda mais, com os poderes de fiscalização precários como é o CADE no Brasil. Porém, quando surgem um ‘produtos substitutos’ ou um ‘novos entrantes’ no mercado, as empresas reagem somente pelas três vias classicas, ou seja, ou vão pelo ‘cortes de custos’, geralmente penalizando a qualidade dos serviços ou os funcionários; ou, ficam num nicho/segmento ou procuram a diferenciação. Mas a opção é quase sempre pelos custos. Foi o que aconteceu na aviação brasileira. O resto é cortina de fumaça. Acho que além de abrir e trazer empresas de fora para concorrer, o governo federal deveria criar uma empresa aéria estatal federal bem como os estados federados, que possuem condições, no seus setores regionais. Assim teremos poder de barganha dos usuários ou então, colocarem três balas de norte a sul e de leste a oeste. Pelo menos haveria um produto substitutos dentro do quintal. Ficamos refém do monopolio do modal rodoviário. Essa é a situação. Meu olhar é pelo ângulo da gestão. Até porque tudo passa pela gestão e a hora da verdade esta chegando, o fator determinante não é o ideológico mas o de gestão. Eis meu olhar e contribuição. Grato pela atenção. Abraço a todos. Edson

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