Um brinde…
Patricia Haddad | Thu, 01 November, 2007 | 06:34 AM
…à saída de Milton Zuanazzi da presidência da Anac. Iuuuuupi!!! Muitos vivas à saída deste indivíduo. Já foi tarde, muuuito tarde, mas antes tarde do que nunca. Bem feito, afilhadinho de incomPeTentes.
P.S.: a foto, mui apropriadamente, é da taça de champagne que tomei no stand da VARIG na Abav 2007. Engole, Zuzu.









Não vejo motivo para comemorar! A indicação de Zuanazzi foi política? Sim, foi – isso não se discute! Mas, a sua saída também foi por motivo político, unicamente político. Assim também é com a nova diretoria. Estamos falando de política…
Legalmente falando, Zuanazzi não cometeu nenhum ato que pudesse ser tipificado como crime ou mesmo improbidade administrativa. Muitos políticos, “especialistas em aviação” e a imprensa atribuiram funções e responsabilidades à Agência que não estão previstas na lei. Controle do tráfego aéreo, por exemplo, na época do acidente com o 737 da Gol. O controle do tráfego é de responsabilidade (exclusiva) do Comando da Aeronáutica, que foi o primeiro a “sair pela tangente”… Entretanto a lei é clara! Toda a legislação pertinente ao Sistema de Aviação Civil no Brasil está disponível no “site” da Agência (www.anac.gov.br). Qualquer cidadão poderá consultá-la…
Não necessariamente, Zuanazzi precisaria ser especialista em aviação. Para isso, existem os outros diretores. Basta que um deles seja… Do diretor presidente, espera-se que tenha experiência administrativa. Isso ele tem! As decisões na Agência são tomadas em colegiado.
Tive a oportunidade de conhecer o Zuanazzi. A impressão que tive, confirmada depois, é de ele, assim como os demais dietores, estudaram bastante o sistema de aviação civil.
Uma coisa que aprendí com a crise da Varig é que não se deve acreditar no que está escrito nos jornais (ou mostrado na TV), pelo menos 99% da informação passada, rsrsrs…
Não espere muito dos novos diretores, a despeito do “curriculum” respeitável dos mesmos (acadêmico e profissional). “Curriculum”, os antigos também tinham. Os interesses político-econômicos, dentro e fora da Agência, continuam e continuarão agindo e ditando os destinos da aviação neste país…
Um grande abraço!
Fábio, respeito muitíssimo a sua opinião, mas devo dizer que discordo. O fato de estarem trocando seis por (praticamente) meia dúzia não significa que não devamos comemorar a saída do Zuanazzi. E se a próxima indicação é política, e se acharmos que deve sair também, faremos força para tal, ou ao menos demonstraremos.
Você pode até ter uma impressão diferente dele agora, já que teve oportunidade de conhecê-lo. Eu, não. Continuo achando que ele devia, sim, ter experiência em aviação. Essa história de que basta experiência administrativa, para mim não cola. Eu (minha opinião!) continuo achando que Agência de Aviação Civil é para entendidos de aviação mesmo, e não para quem estudou na véspera da prova. Zuanazzi cansou de dar declarações absurdas que só me fizeram ter mais raiva dele. Para completar, sua indicação não foi apenas política. Foi de gente do PT!!! Isso me causa arrepios!
Por tudo o que a Anac fez e por tudo que não fez desde a sua criação, nada melhor do que brindar a saída de Zuanazzi com uma taça de champagne que tomei no stand da Varig na Abav. Você sabe muito bem o sabor que este champagne teve…
Continue aparecendo por aqui e opinando. Prometo não ser mais tão bissexta.
Precisa ver a coletanea de frases que compilei ehehehehehe
Menina do Rio, por ande anda você? Sumiu?
Com relação ao Zuanazzi quero saber se ao se despedir melancolicamente do cargo – cuja função nunca exerceu, não a serviço do cidadão usuário do transporte aéreo –, ele teve a dignidade de entregar junto do cargo a medalha Santos Dumont que recebeu, pôr engano, da FAB.
Ora, se sua gestão foi um desastre. Alias, três, né? O da Gol, o da TAM e o seu próprio na função, não é mesmo? Para que guardar medalha se não foi conquistada pôr mérito e sim, pôr conveniência…
Abs